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domingo, 14 de outubro de 2018

Vamos proteger a Natureza

    Na minha opinião, é importante preservar as espécies selvagens, quer sejam animais ou vegetais, pois, caso contrário, podem desaparecer.
    Por um lado, já toda a gente viu apelos para preservarmos uma espécie em ruas, na internet ou na televisão, porque isso é importante tanto para a sobrevivência dela como para a nossa. Imaginem, por exemplo, que uma espécie de árvores das mais abundantes desaparecesse num prazo de cerca de 50 anos. Seria uma catástrofe quer em termos de produção de oxigénio quer de extinção de animais dependentes dela.
     Por outro lado, se quiserem ajudar, podem plantar plantas que proporcionem boas condições aos animais;fazer parte de um grupo de preservação animal; comprar produtos orgânicos; reciclar; usar sempre que possível transportes públicos ou bicicleta; apreciar a Natureza em vez de a perturbar; entre outros.
      Em síntese, todos nós podemos fazer a diferença, até mesmo vocês, independentemente de quem possam ser!


terça-feira, 11 de setembro de 2018

Estradas de plástico no Gana

      A empresa NELPLAST constrói estradas com sacos de plástico no Gana. Utiliza plástico exceto tubos de PVC para construir blocos para pavimento...
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Limpar os oceanos: uma "ilha" de plástico de cada vez

      Uma empresa de lixo marinho organizou um projeto chamado "The Ocean Cleanup". Este projeto consiste em limpar cerca de 50% das 1,8 biliões de plástico do Oceano Pacífico dentre de apenas 5 anos...

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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

CO2 nas nossas atividades

      Alguma vez viu na rua, no shopping ou noutro lugar qualquer uma pequena placa a dizer que a pegada do shopping, por exemplo, era zero? Pois isso significa que ali se liberta muito pouco ou nenhum dióxido de carbono (CO2). Isso é muito difícil já que nós como pessoas já deixamos uma considerável pegada no ambiente, por exemplo:

  • Carregar o telemóvel: 10g de CO2
  • Gasolina: 23,30g de CO2 por litro
  • Diesel: 26,37g de CO2 por litro
  • GPL: 17,41g de CO2 por litro
 Se quiser calcular a quantidade de CO2 que gasta pode visitar   http://www.iniciativaverde.org.br/calculadora/index.php e veja o quão poluído cada pessoa é. Já fiz o meu donativo e você? Já contribui a sua parte?
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sábado, 2 de junho de 2018

Alemanha planeia tornar uso de inseticidas mais difícil para os agricultores

Abelha

A Alemanha planeia endurecer as condições para a utilização de inseticidas – agroquímicos que protegem as plantas de insetos – de forma a proteger a biodiversidade do país.

“A biomassa de insetos caiu mais de 75%, nos últimos 27 anos, na Alemanha”, diz um documento do ministério do Ambiente, que aponta como principal causa o uso desproporcionado de herbicidas e pesticidas.

O ministério afirmou ainda que planeia aumentar a proporção de terras de cultivo que terão de cumprir imposições ambientais e que as condições para a utilização de fertilizantes também deverão ser revistas.

A decisão de dificultar a obtenção de licenças para a utilização de agroquímicos segue os planos elaborados pela ministra alemã da Agricultura, Julia Klöckner, com vista a limitar o uso do herbicida glifosato. 

Ryanair compromete-se a tornar todos os voos “livres de plástico” até 2023

Ryanair

A companhia aérea Ryanair comprometeu-se a tornar-se “livre de plástico” até 2023, eliminando os plásticos não recicláveis das suas sedes, bases e operações.

“Temos o prazer de anunciar o nosso plano ambiental que incluiu o nosso compromisso para eliminar todos os plásticos não recicláveis das nossas operações num prazo de cinco anos”, disse Kenny Jacobs, director de marketing da Ryanair.

“Para os clientes a bordo, isto traduzir-se-á em iniciativas como uma transição para talheres de madeira, copos de café biodegradáveis e a remoção dos plásticos da nossa gama de produtos utilizados durante o voo”, explicou, sugerindo que os clientes poderão trazer os seus próprios copos para o avião.

“Não estamos a falar só da comida e das bebidas a bordo. Estamos a considerar todas as partes plásticas do avião e aquilo que não é reciclável e a forma como podemos trabalhar com os fabricantes do equipamento original para adotar plásticos mais recicláveis dentro do avião e da operação.”

“Haverá sempre algum tipo de plástico”, admitiu. “Veremos, nos próximos cinco anos, até que ponto chegaremos em termos da remoção total dos plásticos não recicláveis.”

Recentemente, a cadeia britânica de supermercados Iceland comprometeu-se a eliminar as embalagens de plástico dos produtos da sua marca, em resposta à poluição por plásticos que ameaça os oceanos.

National Geographic deixa de usar plástico para envolver as suas revistas

Capa da revista

A National Geogrphic está a lançar uma campanha plurianual, intitulada “Planeta ou Plástico?”, para combater a poluição por plástico e para encorajar os consumidores a reduzirem a sua dependência deste material.

Para além de se comprometer a disponibilizar conteúdo sobre este problema em todas as suas plataformas, incluindo na edição impressa do mês de junho, a empresa também anunciou que vai deixar de usar plástico para revestir as suas revistas

“Se é assinante nos Estados Unidos, no Reino Unido ou na Índia, recebeu a edição deste mês numa embalagem de papel em vez de plástico”, explicou a empresa. “Só esta mudança poupará mais de 2,5 milhões de sacos descartáveis de plástico por mês. Também desafiamos os nossos parceiros internacionais – que publicam 36 edições da National Geographic noutras línguas – a livrarem-se das embalagens de plástico até ao fim de 2019.”

Por detrás desta decisão está a preocupação crescente com a poluição por plástico que está afetar o nosso planeta. Cerca de 8 milhões de toneladas de resíduos plásticos vão parar aos oceanos todos os anos e as estimativas apontam para que este material possa demorar entre 450 anos e uma eternidade a decompor-se.

No mundo, utilizam-se um bilião de sacos por ano. Em média, estes artigos só são usados durante 15 minutos. 

Tartaruga com plástico

A National Geographic anunciou uma parceria com a Sky Media, através da qual dedicará 10 milhões de dólares à identificação e apoio de projetos e tecnologias que ajudem a combater a crise de plástico nos oceanos

Nos seus planos, está igualmente o apoio à rede de cientistas e exploradores da Sociedade National Geographic que estão a fazer frente a este desafio, o que incluirá uma expedição, em 2019, para documentar melhor a forma como o plástico viaja para o mar

A empresa também está a fazer parcerias com marcas para o lançamento de produtos que pretendem chamar a atenção para este problema e fornecer alternativas aos plásticos de uso único, como uma coleção de t-shirts e camisolas da marca The North Face feitas com garrafas de plástico reciclado desviadas do fluxo de resíduos de parques nacionais e uma coleção de garrafas reutilizáveis de inox da marca S’well

Com vista a avaliar a forma como as suas operações e a sua cadeia de fornecimento utilizam plástico, a National Geographic contratou ainda uma empresa de consultoria ambiental para a realização de uma auditoria interna na sua sede em Washington, D.C. 

“Será que eliminar a embalagem de plástico de uma revista salvará o planeta? Bem, não. Mas é um exemplo do tipo de medida relativamente fácil que todas as empresas, governos e pessoas podem tomar. E quando se soma tudo, conseguem-se alcançar verdadeiras mudanças”, escreveu a Nat Geo. 

“Os países desenvolvidos descarregam o lixo do seu estilo de vida cómodo e impingem a sua limpeza a algumas das populações mais vulneráveis do planeta. A nossa campanha ‘Planeta ou Plástico?’ é um apelo para que tomemos responsabilidade pela confusão que já provocamos e para que ajamos de forma a prevenir mais problemas.”

Zouri, as novas sandálias portuguesas feitas com plástico recolhido na praia

Sandálias da Zouri
Há um novo projeto português que transforma o plástico recolhido nas praias em solas de sandálias e chinelos. Chama-se Zouri e todo o seu calçado é vegan, feito à mão com matérias-primas naturais como a cortiça, a juta e o couro vegetal de ananás.

Falamos com Adriana Mano, uma das criadoras da Zouri, que nos deu a conhecer este projeto.


Nós (N): Como nasceu a Zouri?

A Zouri nasceu num sonho nosso de querer retirar lixo plástico do oceano e incluí-lo numa linha de calçado eco-vegan. A nossa grande paixão pelo oceano e pelos valores de preservação da natureza foi a maior motivação.

No fundo a ZOURI É:
...um manifesto à preservação dos oceanos.
...um movimento pela redução dos plásticos no nosso dia-a-dia.
...uma eco-inovação com a utilização de resíduos plásticos na produção de calçado.
...um agente ativo da economia circular.
...um parceiro de organizações públicas e não-governamentais na reutilização e reciclagem dos plásticos recolhidos nas praias para criação de produtos de valor acrescentado.
...uma marca de calçado vegan e ético que visa a integração de lixo plástico marinho combinado com materiais orgânicos inovadores.
O conceito ZOURI assenta na valorização do lixo plástico utilizando-o como matéria-prima na produção de calçado com vista a reverter a sua depositação e acumulação nos oceanos.

N: Que modelos estão disponíveis na vossa primeira coleção?

Estão disponíveis 3 modelos de sandália/chinelo em várias cores.


Sandálias da Zouri

N: Que materiais usam no vosso calçado?

As matérias-primas utilizadas no produto são o plástico reciclado do mar e vários materiais naturais vegan e amigos do ambiente: piñatex, borracha natural, juta e cortiça.
No calçado podemos encontra-los da seguinte forma:
1. Gáspea: PINATEX
O Piñatex® é um tecido natural inovador feito de fibra de folhas de abacaxi.
As folhas são o subproduto da agricultura existente e o seu uso cria um fluxo de valor adicional para as comunidades agrícolas.
O Piñatex® é um material natural, sustentável e livre de crueldade animal.

2. Entressola: Palmilha de conforto com cortiça e latex.
A cortiça é a casca do sobreiro (Quercus Suber L.) o que significa que é um tecido vegetal 100% natural.
A cortiça é retirada a cada nove anos, sem que nenhuma árvore seja cortada durante este processo, e dá origem a uma infinidade de produtos, desde os tradicionais, aos mais inovadores e inesperados. O principal é a rolha. É do excedente/desperdício da produção de rolhas que advém a matéria-prima para produzir as palmilhas do Zouri.
O latex é borracha natural proveniente da árvore-da-borracha, este é um material 100% natural que funciona como aglomerador da cortiça para a produção da entressola Zouri.
A cobertura da entressola é em Juta, uma fibra têxtil vegetal que provém da família Tilioideae. Este material é 100% natural, utilizado sem qualquer tratamento.

3. Sola: Borracha natural com plástico reciclado do oceano.
O latex é borracha natural proveniente da árvore da borracha, este é um material 100% natural que funciona como aglomerador do plástico para a produção da sola Zouri.
O plástico é proveniente das recolhas realizadas pelos parceiros nas praias do norte de Portugal.
A sola para o tamanho 38 pesa 80g com 30g de plástico, o que equivale a 3 garrafas de plástico. Um par rondará 60 gramas de plástico, ou seja 5 a 6 garrafas de plástico.


Sandálias da Zouri


N: Onde recolhem o lixo plástico que usam?

O lixo plástico utilizado na produção da primeira edição das ZOURI é proveniente de praias do norte de Portugal sendo o principal parceiro para a recolha a Esposende Ambiente.
A Esposende Ambiente leva a cabo várias iniciativas de limpeza voluntárias na rede de 9 praias.
O Zouri é parceiro ativo nas ações de limpeza voluntárias. A última ação contou com cerca de 600 voluntários que recolheram cerca de 4,5 toneladas de lixo, mais ou menos 1000 kg de plástico.

Estando as equipas de limpeza regulares não voluntárias a cargo das juntas de freguesia, o ZOURI estabeleceu um acordo estreito com a junta de freguesia de Fão e Apúlia, que representa duas das nove praias do município, onde esse acordo consiste em que todo o lixo plástico recolhido pelos agentes de recolha seja depositado em contentores Zouri para levantamento posterior.
O nosso objetivo é ir de forma gradual estabelecendo parcerias com outras Câmaras Municipais da costa portuguesa e conseguir mobilizar a comunidade para uma limpeza cada vez mais intensa.

O projeto pretende fomentar o movimento pela proteção dos oceanos e do planeta, promovendo uma ação participativa e organizada com vista à sensibilização no que concerne ao problema do plástico e consequente contaminação do ecossistema em particular dos oceanos. Até agora, participamos e promovemos uma ação de limpeza em parceria com a Câmara de Esposende que contou com 600 voluntários, várias escolas, associações, escuteiros e muitos voluntários, numa área que incluía mais de 12 praias. Foram recolhidas 4,5 toneladas de lixo e 1500 kg de plástico.

A ZOURI tem uma estratégia fundamental que é a criação de uma rede que interliga instituições locais, ONG, escolas, empresas e comunidades, promovendo uma ação contínua, dinamizadora da limpeza do plástico do oceano e da sensibilização para os valores ambientais. Em termos de objetivos a curto prazo, gostaríamos de começar a trabalhar com alguma das Câmaras mais próximas a seguir a Esposende, por exemplo: a Câmara de Viana do Castelo tendo já intenção clara de uma ação sobre toda a costa do concelho de Viana do Castelo.


Sandálias da Zouri
N: Como funciona a vossa parceria com a ONG Sciaena?

A parceria surgiu de forma muito natural, a SCIAENA apresentou um projeto de recolha de plástico em mares profundos através de ações de mergulho. A ZOURI tem como objetivo a reutilização do lixo plástico do mar através da sua aplicação nas solas das sandálias. A parceira faz todo o sentido e torna a estratégia mais completa. O lixo não irá para a lixeira ou reciclagem - até porque a maioria desse plástico não é passível de ser reciclado pelo seu estado de degradação, - vai ser introduzido na sola em conjunto com a borracha natural para dar origem a um par de sandálias Zouri. O projeto da SCIAENA tem data marcada para janeiro de 2019 a dezembro de 2020.


Sandálias da Zouri
N: Quando chegará ao mercado o vosso calçado?

O calçado vai ficar primeiro disponível numa campanha de croundfounding no Indiegogo que vamos lançar já dia 1 de junho com apresentação de todos os modelos e a possibilidade de compra. Em simultâneo estaremos no GREENFEST a apresentar o projeto e a participar numa palestra muito interessante sobre o tema da questão do lixo plástico nos oceanos. O evento decorre em Braga, quem puder passar por lá não hesite. A produção está já em curso sendo que os sapatos devem chegar aos pés de todos daqui a poucas semanas.


Sandálias da Zouri

N: Para terminar, vamos fazer a questão do Fashion Revolution: Quem fez o calçado da Zouri?

As ZOURI são feitas por artesãos de calçado de Guimarães. No mesmo local fazem-se as socas e os sapatos dos ranchos folclóricos. O processo é todo marcado pelo jeito de mãos destes homens que mantêm a arte de se fazer sapatos com detalhe e pormenor.
Desde o início que queríamos que o projeto fosse coerente na íntegra, ser ecológico, vegan, transparente e assente no comércio justo. Sem fast fashion, com valorização do trabalho de todos.


Sandálias da Zouri

LIDL vai deixar de vender sacos de plástico em Espanha

Logo

O Lidl vai deixar de vender sacos de plástico no mercado espanhol e em alternativa vai passar a vender sacos de ráfia a 50 cêntimos e dois tipos de sacos de papel a 7 e a 15 cêntimos.

“Apostamos em alternativas mais sustentáveis para transportar as compras, com o objetivo de fomentar a reutilização”, disse o diretor-geral do Lidl Espanha, Claus Grande.

A cadeia de supermercados alemã já deixou de fornecer sacos de plástico nas Ilhas Baleares e pretende estender a medida a todo o país até ao fim deste ano, algo que já acontece na Alemanha e em França.
Esta medida foi anteriormente testada em nove lojas do Lidl em Espanha e resultou numa redução de 30% na receita da venda de sacos. 

Horta no apartamento

Olá! Se moram num apartamento e gostariam de ter uma hortinha para poderem ter um lugar "natural" no vosso lar, têm aqui em baixo algumas dicas sobre o assunto. Mas não se esqueçam de que aquele blog não é o único de que vocês gostam (não se esqueçam de mim)!
http://hortaurtiga.com/

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Há um novo primo dos mamíferos que viveu há 130 milhões de anos

O <i>Cifelliodon</i> pesaria cerca de um quilo
























        Cientistas dos EUA descobriram um pequeno crânio de um familiar próximo dos mamíferos que viveu durante o início do Cretácico na América do Norte. Comeria plantas e teria um olfacto apurado.

Numas escavações no estado norte-americano do Utah, um grupo de cientistas encontrou um pé de um dinossauro bico-de-pato. Mas esta descoberta não ficaria por aqui. Mais tarde, os cientistas acabaram por perceber que, por baixo desse pé, havia outro fóssil. “Era uma espécie de ovo da Páscoa”, conta-nos Adam Huttenlocker, um desses cientistas. E esse “ovo da Páscoa” guardava mesmo uma surpresa: era um crânio quase completo de um primo desconhecido (até agora) dos mamíferos. A nova espécie chama-se Cifelliodon wahkarmoosuch, pertence ao grupo dos haramídeos – ordem que integra parentes próximos dos mamíferos– e viveu há cerca de 130 milhões de anos na América do Norte. Esta descoberta, publicada num artigo científico na última edição da revista Nature, ainda nos sugere que o supercontinente Pangeia se terá fragmentado 15 milhões de anos mais tarde do que se pensava.

As escavações no sítio de Andrew (dedicado ao paleontólogo Andrew Milner) começaram em 2005 e deram bastantes frutos. “O sítio tinha dinossauros muito bem preservados, incluindo o dinossauro bico-de-pato Hippodraco, assim como dinossauros Velociraptor, crocodilos primitivos e o novo fóssil”, recorda Adam Huttenlocker, da Universidade do Sul da Califórnia (EUA) e principal autor do trabalho. Depois, o pequeno crânio – de 7,5 centímetros – do Cifelliodon foi examinado ao pormenor com raios X. Também se estudou a sua filogenia. Percebeu-se assim que se tratava de uma nova espécie de haramídeo.

Os haramídeos são um grupo que inclui os familiares mais próximos do antepassado comum de todos os mamíferos actuais, considera esta equipa de investigadores. Os primeiros membros deste grupo terão surgido há cerca de 220 milhões de anos (Triásico) no hemisfério Norte e os últimos terão vivido há 70 milhões anos. “Os fósseis dos haramídeos são incrivelmente raros, apesar do seu longo intervalo temporal”, refere Adam Huttenlocker. Já se encontraram fósseis do Jurássico (entre há 200 milhões e 145 milhões de anos) na Tanzânia e na China. Também se descobriram fósseis deste grupo no Cretácico (entre há 145 milhões e 65 milhões de anos), nomeadamente um dente na Índia e outro em Marrocos.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

2 343 visualizações

      Hoje, conseguimos um blog mais famoso, mais conhecido, um nível mais avançado, pois conseguimos, ao total, 2 343 visualizações e, só neste mesmo dia, 389 visualizações! Continuo a escrever-vos e não me arrependo disso, pois sei que, desse lado estão centenas de pessoas que seguem os meus conselhos

Muito obrigado!!!

sábado, 26 de maio de 2018

Sunshine Blogger Awards

Olá! Hoje trago-vos uma questão (ou melhor 11 questões) um pouco diferente do tema normal para vocês! Como sabem eu tenho alguns parceiros e um deles (https://creativefroggie.blogspot.pt) nomeou-me para responder a estas perguntas.
Infelizmente, nenhum dos bloggers que conheço aceito o "desafio", mas achei justo publicar o post à mesma.


1. Porque é que tens um blog e quais são os teus objetivos com o blog? Eu comecei o blog porque achei que seria fácil, mas, como deves saber, as coisas raramente são como parecem! No início eu queria apenas dar algumas palavras para algumas pessoas que acham o tema fútil perceberem a importância da situação. Agora não é só isso, agora eu também tento ajudar respondendo a algumas dúvidas sobre uma ou outra coisa. 2. Quais são as 3 palavras que te definem? Amor, Paz, Natureza 3. Música favorita; Série favorita; Quote favorita? Perfect, não tenho, não tenho 4. Preferes o estilo tradicional ou o moderno (como por exemplo: escrever em papel vs. pc, ler livros vs. ler em tablet)? Tradicional 5. 3 Manias que tenhas? Tenho a mania de comer, dormir e escrever o melhor que conseguir arranjar no blog 6. Tens animais? Se sim, quais? Se não, gostavas? Sim, uma porquinha-da-índia 7. Qual é a categoria do teu blog? E porquê essa? Natureza, porque eu acho ser o tema mais importante a abordar e quanto mais tarde for, ainda mais importante o é. 8. Qual seria o teu trabalho de sonho? Arquiteto 9. Já viajaste? Para onde foste, e que sítios gostavas de visitar? Já fui a muitos sítios, mas o que mais gostei foi a Rússia (só em Moscovo e São Petersburgo). Gostaria de sair da Europa, já que Moscovo e São Petersburgo são na zona europeia. 10. Já vieste aos Açores? O que achas das nossas ilhas? (esta só mesmo porque eu sou daqui hehe) Sim, já fui aos açores. Foi esta Páscoa e adorei! Fiquei em São Miguel e isso aí é fabuloso! Convido toda a gente a visitar-vos! 11. Consideras-te uma pessoa feliz? Sim, considero, tenho um blog para poder partilhar coisas com as pessoas, tenho amigos que me ajudam e fui nomeado de entre os teus amigos para responder a estas perguntas! Muito obrigado por me escolher!



Saiba mais em:


O oceano está transformado numa sopa de plástico - mas podemos fazer algo para ajudar!

Parecem cardumes, mas um olhar mais atento não encontra peixes a nadar nos oceanos de Mandy Barker. O colorido cenário é, afinal, negro: os animais marinhos foram todos engolidos por plástico, os mesmos restos de balões, palhinhas ou garrafas que são encontrados no interior dos seus estômagos — e, por isso, desapareceram todos. Resta agora uma “praga” a flutuar numa “sopa” (Soup, assim se chama um dos muitos projectos da fotógrafa inglesa dedicados à poluição marítima) de restos de plásticos acumulados. É bonito, julgamos, é “assustador” e “chocante”, alertam-nas as fotografias de Barker, que trabalha sempre em conjunto com biólogos marinhos, durante expedições para estudar e resgatar restos de plásticos, quer de praias e oceanos, quer de estômagos de gaivotas ou peixes, que depois usa em colagens sobre fundo preto. “Já não há áreas livres de plástico”, diz, numa entrevista à Greenpeace, onde surge numa praia deserta, a calcar areia tapada por garrafas. Terá razão: por ano, chegam ao oceano 13 milhões de toneladas de plásticos. E 80% do lixo marinho é plástico (o equivalente a 150 milhões de toneladas).

Mandy Barker, que aos 54 anos soma vários prémios de fotografia de ambiente, é uma das fotógrafas destacadas na edição de Junho da revista National Geographic, na qual se lança uma pergunta que urge respostas rápidas. “Plástico ou o planeta?” Escolhe um.
















quinta-feira, 24 de maio de 2018

Dia Europeu dos Parques Nacionais

      Hoje é o Dia Europeu dos Parques Nacionais! Que tal aproveitar para dar um passeio pelo parque aí perto de casa ou até mesmo os Parques Naturais de que hoje se representam. Se acha que prefere ficar em casa, pode sempre ver um documentário ou filme sobre isso.
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terça-feira, 22 de maio de 2018

Natureza.

Olá! Eu encontrei uma página no facebook comvárias imagens fabulosas! Todas elas retratam a beleza do que nos criou (Natureza) e permite-nos perceber o quão importante é preserva-la.
https://www.facebook.com/luzia.spilari/
Não se esqueçam! Eu também estou no facebbok!!!
https://www.facebook.com/ProtegeaaNatureza/

Sim, os animais estão sujeitos às mesmas alergias que nós

Resultado de imagem para A diferencia é que os cães e gatos não conseguem transmitir o que sentem, e por vezes os seres humanos não se apercebem do quão o pólen o está a afetar.: Sim, os animais estão sujeitos às mesmas alergias que nós

As alergias surgem de corpos externos que nos afetam o sistema imunitário. Muitos são os que sentem os efeitos da chegada da primavera, por exemplo. O problema é cada vez maior e ainda é alvo de dúvidas por parte de especialistas e não só.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Erupção de vulcão Kilauea cria uma nova e perigosa ameaça no Havaí


Os fluxos de lava do vulcão Kilauea podem produzir nuvens de gases

ácidos, vapor e partículas semelhantes ao vidro ao chegarem ao oceano

Pacífico

Pahoa, Havaí – O Havaí passou a lidar com um novo perigo em consequência da erupção do vulcão Kilauea, uma vez que os fluxos de lava podem produzir nuvens de gases ácidos, vapor e partículas semelhantes ao vidro ao chegarem ao oceano Pacífico, alertaram autoridades.
A defesa civil alertou motoristas, barqueiros e banhistas a tomarem cuidado com as colunas cáusticas de lava formadas por duas correntes que avançam para o mar desde que atravessarem a rodovia 137 no litoral sul da maior ilha do Havaí, na noite de sábado e na manhã de domingo.
O “laze” – termo que combina as palavras inglesas para lava e névoa – é uma mistura de gases de ácido clorídrico, vapor e partículas vulcânicas minúsculas criadas pela erupção de lava que pode chegar a 1.093 graus Celsius e reage com a água do mar, disse a Defesa Civil do Condado do Havaí em um comunicado.
Os boletins também avisaram que os relatos de gás tóxico derivado do dióxido de enxofre irrompendo de vários pontos ao redor do vulcão triplicaram, exortando os moradores a “adotarem as ações necessárias para limitar uma exposição maior”.
“Fiquem atentos ao perigo do ‘laze’ e mantenham distância de qualquer coluna de fumaça do oceano”, recomendou a agência, alertando que os riscos em potencial incluem danos pulmonares e irritação dos olhos e da pele.
Com as condições climáticas do domingo, que teve ventos fortes e uma grande quantidade de lava se derramando no oceano, as colunas de laze podem se estender por até 24 quilômetros, sobretudo ao longo da costa e em alto mar, mas o perigo diminui quanto mais elas se dissipam mar adentro, segundo Janet Babb, geóloga do Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS)
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A melhor praia da Europa é portuguesa e foi votada como a mais bonita

A eleição resultou de uma votação entre inúmeras praias de países como Grécia, Croácia ou Irlanda: A melhor praia da Europa é portuguesa e foi votada como a mais bonita

      Não só é “a mais bonita”, como tem a temperatura de água ideal e grutas para explorar. Falamos da Praia do Carvoeiro, na Lagoa, Algarve, que venceu este ano o prémio de ‘Melhor Praia da Europa’ pelo European Best Destination através de uma votação entre inúmeras praias de várias partes do mundo.
      Segundo a organização Carvoeiro é “uma pequena vila cheia de charme”, cuja praia é um ponto de paragem obrigatória por quem viaja por Portugal: “É provavelmente um dos lugares mais bonitos que já vimos durante as nossas viagens à Europa”.
   As votações ocorreram no site da organização que promove a Europa através de dicas, apresentações e curiosidades sobre diversos destinos.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

‘Sê-lo Verde’ para os festivais mais sustentáveis


Sê-lo Verde

O 'Sê-lo Verde' é uma iniciativa do Ministério do Ambiente, financiada pelo Fundo Ambiental, que se destina a incentivar a adoção de boas-práticas ambientais nos grandes festivais (mais de 5000 participantes). O programa financia medidas nas áreas da “educação”, “emissões”, “recursos” e “energia”. 

Algumas medidas que podem ser apoiadas são, por exemplo, o uso eficiente dos recursos, a desmaterialização, a utilização de materiais biodegradáveis, a reutilização (copos e brindes) e a mobilidade partilhada, cooperativa e coletiva.

Podem candidatar-se eventos de entretenimento ao ar livre, em recinto licenciado e com registo de entradas pagas, como festivais de música ou feiras medievais, que não decorram em estruturas edificadas permanentes, como estádios, arenas ou auditórios. Os eventos devem decorrer entre 1 de maio e 30 de setembro e ter duração superior a um dia.

Este ano a iniciativa vai apoiar 71 eventos em todo o país. Em 2018, o Programa Sê-lo Verde tem uma dotação de 600 mil euros, mais 100 mil do que na última edição.

Alguns dos festivais apoiados são o MED (Loulé), o Panda, o Boom Festival (Idanha a Nova), Meo Marés Vivas (Vila Nova de Gaia), Rock in Rio Lisboa 2018, de Arte, Cultura e Ecologia – Fora do Tempo, do Bacalhau (Ílhavo), Nos Alive, Festival de Rua do Fundão e Vodafone Paredes de Coura. Foram também aprovados o Bairro do Intendente em Festa (Lisboa), 28º Expofacic (Cantanhede), Santa Cruz Ocean Spirit, Braga Sounds Better, Queima das Fitas do Porto, a festa do Chicharro (S. Miguel, nos Açores), Expo Bairrada (Oliveira do Bairro) e as Festas da Madalena.

Entre as medidas financiadas, 22 dizem respeito à energia, 15 à redução das emissões, 14 à eficiência do uso de recursos e conservação e 20 à educação ambiental. 

Medidas ecológicas

Medidas ecológicas

quinta-feira, 17 de maio de 2018

União Europeia autoriza agricultores biológicos a vender as suas próprias sementes

Sementes
O Parlamento Europeu adotou uma nova legislação que pretende apoiar a produção biológica. Entre as novas medidas, que entrarão em vigor em 2021, está a autorização da “reprodução vegetal de material biológico heterogéneo”, que permitirá aos agricultores biológicos comercializar as suas próprias sementes, explica o jornal francês Le Figaro.

Um decreto publicado em 1981 proibiu a comercialização de sementes não inscritas no catálogo oficial. Para serem registadas, as variedades propostas devem passar por uma série de testes, como os ensaios de DHE (distinção, homogeneidade e estabilidade) e de VA (valor agronómico).

Contudo, a inscrição de uma nova semente custa aos produtores entre 6000 e 15 mil euros. Sendo assim, não é de admirar que a maioria das variedades listadas no catálogo pertença a gigantes como a DowDuPont ou a Monsanto. 

Com as medidas que receberam agora luz verde na UE e que terão de ser confirmadas no dia 22 de maio (uma simples formalidade), as sementes camponesas biológicas não precisarão de estar inscritas nos catálogos oficiais, sendo da responsabilidade dos produtores, que terão de declarar a venda das suas sementes e enviar uma amostra para garantir a ausência de contaminação por pesticidas químicos ou fertilizantes sintéticos.

Os agricultores biológicos terão assim liberdade para desenvolver as suas próprias variedades e colocá-las no mercado, o que se espera que promova a biodiversidade, melhore a sustentabilidade das culturas e reavive as milhares de variedades de frutas e vegetais existentes. Segundo a FAO, 75% dos alimentos do mundo provêm de apenas 12 espécies vegetais e cinco animais.